segunda-feira, 16 de maio de 2011

Na prática,..... isto serviu para quê?

Largos dias passados após o lançamento, (com orgulho), do portal das freguesias verifiquei que este se mantém tal e qual o primeiro dia.

Nada foi publicado, mais nenhuma informação foi adicionada, nada.


Isto acaba por me levar a questionar a razão do porquê da sua construção?


Qual será, na prática, a sua utilidade e funcionalidade?


E quem é o responsável por inserir novas publicações? É que pelos vistos tem andado "á sombra". (?)

domingo, 17 de abril de 2011

Para trás no tempo

O bom tempo que se vai sentido nos últimos dias em que tudo corre de forma calma e serena parecem querer transparecer que tudo vai bem na nossa “santa terrinha”.

Mas não vai.

Não vai, e temo que caminhamos para pior.

Longe (mas não muito) vão os tempos em que na boca de muitos dos nossos conterrâneos se reconhecia interesse pelo estado em que se encontrava a nossa vila. Ouvia-se na rua as conversas, havia interacção nos blogs temáticos e por esse motivo ou por outro qualquer, as coisas iam-se “consertando ou remendando”aqui e ali.

Nos últimos tempos, parece que hibernamos num estado de perfeita apatia, e o estado em que se encontra a freguesia começa a indicar o abandono da autarquia e da própria freguesia.


E não, não estou a ser intriguista, senão vejamos;

- à cerca de 6 meses anunciaram-se (impuseram-se) alterações no transito de alguns locais da vila, onde ruas iriam passar a ter circulação com sentido único, sinais de estacionamento proibido, passadeiras, resolução de situações “aberrantes”, etc, a bom ver já se começou a executar este plano (6 meses depois do anuncio inicial, e ainda assim deixa-se o serviço a meio);

- ruas num estado de degradação extrema;

- falta de limpeza em inúmeras ruas;

- com o aproximar da época dos incêndios, os trabalhos de limpeza de algumas zonas que apresentam maior risco de incêndio (devido à carga combustível) para os bens da população continuam por resolver (alguns têm de ser resolvidos pelos proprietários, mas a junta tem a obrigação de ir junto dos proprietários e incita-los a resolverem eles a situação;

- o 15 de Agosto está a chegar e mesmo depois de prometido o regresso do TIC, o mesmo continua (e vai continuar) na gaveta;

- etc,….

Quer se gostasse ou não, saudades deixou o Lagamart….

terça-feira, 5 de abril de 2011

Dá-se...



Lembrei-me agora de oferecer a quem quiser, (principalmente a quem se encontra a construir casa, dá muito jeito) pedras para as fundações (alicerces).

As mesmas encontram-se espalhadas em frente á minha porta, (Rua da Barca, nº559 e Rua da quinta dos Bicos, s/nº) e como quem de direito não resolve a situação, lembrei-me de alertar aqui a sua existência, sempre pode ajudar alguém que delas precise e evitar mais danos á minha moradia e viaturas (já tive de colocar uma caixa de contador da água nova, tenho inúmeras pedradas nos carros derivado á projecção das ditas "pedras", sem referir a enorme quantidade de vezes que o sossego do meu lar é interrompido pela estrondo de mais um "calhau" a bater-me na parede.

Com isto, confesso no entanto, não querer ser nenhuma "pedra" no sapato de ninguém, mas tenham vergonha.

Já está!!


Ora como prometido (á largos meses) ai está a sinalização de estacionamento proibido em frente do "Jardim das Tabernas". Agora cuidado,..... com a GNR.

O regresso....

Depois de um largo período de tempo sem postar estou de regresso. A verdade é que actualmente os cibernautas que iam acompanhando estes espaços "noticiosos/críticos" estão mais voltados para o Facebook, e esse é um problema que se abateu sobre quase todos os Blogs que se debruçavam sobre o quotidiano da nossa vila. Tentarei de hoje em diante, postar mais do que tenho feito até agora, pedindo no entanto desculpas pela ausência...

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Perigo! - Estrada



No passado ano, segundo dados do relatório da sinistralidade rodoviária o distrito de Santarém foi considerado o terceiro mais perigoso no panorama rodoviário nacional (74 mortos), tendo o numero de mortes em acidentes rodoviários/nº de habitantes, anormalmente, alto (16 mortes por cada 100 000 hab.), quando essa média nacional é de 7 e em Lisboa o valor é de 4.
Se no ano passado já havia sido notória a insegurança nas estradas da nossa região, no próximo ano (devido á colocação de portagens na A 23) o tráfego nas nossas estradas nacionais vai aumentar.
De referir que algumas dessas estradas nem deviam de ser já consideradas estradas nacionais (dada a construção de rotundas, colocação de semáforos e outros embaraços que irão dificultar o trânsito), principalmente, no atravessar das localidades.
Acredito que este aumento de trânsito acarrete um maior número de acidentes rodoviários (esperemos que sem vitimas a lamentar, sabendo contudo que isto será difícil), e baseio esta minha crença no que se tem passado nos últimos tempos nas vias de acesso á vila.
Desde que a ponte de Constância foi fechada ao transito, originando um considerável acréscimo de tráfego na troço Tramagal - Rossio ao Sul do Tejo, ocorreram dois ACIDENTES com alguma gravidade (reparem que referi acidentes e não despistes), felizmente não á mortes a lamentar, mas o facto de num tão curto espaço de tempo terem ocorrido dois sinistros levou-me a pensar quando tinha ocorrido o ultimo ACIDENTE (entenda-se por acidente, choque entre viaturas) neste percurso, e das duas uma, ou sou muito esquecido (acredito que sim), ou já foi á muito tempo (tanto, que o mesmo tempo o varreu da minha memória).
Se com o acréscimo de trânsito originado pelo encerramento da ponte de constância, já se notam diferenças na segurança, imaginem o que ai vem no próximo ano…

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Será isto um sinal de que estamos fartos de (in)segurança???

Chegou-me via e-mail, este comunicado, que foi transmitido ao executivo da Câmara Municipal de Abrantes e a todos os seus órgãos, na ultima Assembleia Municipal.
De referir que este comunicado foi formulado por um nosso concidadão, que carrega nas suas palavras, o pensamento de muitos de nós, (senão de todos nós).
Engraçados são os comentários proferidos pela Srª Presidente de Câmara (á comunicação social), onde classifica o actual cenário de terror vivido em todo o conselho, como sendo "um assunto que muito provavelmente, envolve quezílias entre vizinhos e não um clima de insegurança geral", preocupando-se antes de tudo, em não transmitir para fora do conselho o cenário de insegurança que se vive dentro do mesmo, ao invés de procurar dar uma resposta á altura.



Caríssimos Abrantinos:
Senhora Presidente da Câmara, Senhores Vereadores:
Senhor Presidente da Assembleia Municipal:
Sua Excelência,
Sr. Ministro do Governo, aqui presente,
Dr. Jorge Lacão:
O Terror instalou‐se em Abrantes Devo dizer que como surdo‐profundo, não me foi fácil perceber a realidade do que se passa nesta cidade, antes de ter mergulhado nela.
Enquanto todos sabem e comentam, as necessidades especiais de comunicação que tenho, que obrigam o interlocutor a escrever num papelinho a sua comunicação, eu pouco sabia…,… até que o meu filho Hugo foi vitima de espancamento, ameaças de morte, extorsão, destruições nos seus bares e perseguição constante para entregar uma mala com dinheiro e um carro…
Não tenho nada contra os ciganos, porque sei que os há bem formados, com licenciaturas e uma vida normal de trabalho, e com boa integração na vida social.
Acontece que, em Vale de Rãs, Abrantes, existe uma comunidade cigana que alberga um grupo de criminosos que aterroriza toda a cidade.
Pois foram estes que cercaram o meu filho, junto de um dos seus bares, cerca de 15 a 20 delinquentes, exibindo armas, e lhe bateram, e… pasme‐se… até o avisaram de que se contasse ao pai, eu que estou aqui presente, quase com 65 anos de idade," lhe cortavam as orelhas e o matavam"…
Pois o terror instalado na mente do meu filho foi tal que, nada me contou, saindo da cidade, em férias antecipadas, levando a esposa, sem nada lhe dizer.
Vim a saber o que se passava por uma senhora da cidade que ouviu falar e me contou.
Procurei o meu filho, já ele estava em casa; e notei nele um olhar tal que parecia saído do fundo de um poço.
Disse‐me que não me queria contar o pormenor de me cortarem as orelhas, mas para eu ter cuidado.
Devo dizer que, no fim da tarde do dia seguinte, numa situação muito perigosa, pois nem a Policia lá vai, fui ao bairro dos ciganos e mandei chamar o chefe do bando, conhecido por Calão; e o Chefe do clã, conhecido por Chico‐Cigano; e lhes disse que não se metessem mais com o meu filho, pois qualquer assunto, seja o que for, de futuro, é tratado comigo e não com ele. Se querem problemas, não se metam com ele; metam‐se comigo. Pois se se meterem com ele, estão a meter‐se comigo e é comigo que qualquer assunto desta natureza tem de ser tratado.
Eu, que já tive 4 Car‐Jacking na forma tentada; e, há 5 semanas, uma tentativa de um 5º Car‐Jacking; para além me ver na contingência de atacar um gang de 5 ou 6 elementos, que na noite de Lisboa espancava um taxista, libertando este; desarmado mas não desautorizado, pois o bando fugiu…
Eu que tenho a idade com que o meu pai morreu, tenho de superar a Policia... e quantas vezes… fui a Policia, nesta cidade e noutras em que tive mesmo de salvar a Policia…, …consegui parar a violência sobre o meu filho, mas não a violência que crassa na cidade.
A violência, com mortes, assaltos, roubos, extorsões e espancamentos por motivos fúteis e pura
diversão, são uma constante.
Por ora, não há militares, sejam Soldados, Sargentos ou Oficiais a sentirem‐se seguros numa visita à cidade de Abrantes.
Mesmo em grupos numerosos, os militares, são provocados, intimidados, ameaçados, e espancados, perante numerosas armas apontadas.
O 2º CMDT dos Páras de Tomar, consta que também foi espancado na cidade de Abrantes.
Policia, Bombeiros, pessoal do INEM, vários empresários da cidade, seguranças e vários cidadãos já foram vítimas de espancamentos, alguns praticamente até o estado de coma.
É óbvio que a Câmara Municipal de Abrantes, se veja preocupada com o possível encerramento do Parque Urbano de São Lourenço, a saída de famílias que já foram vítimas deste grupo, o encerramento de discotecas, e a exclusão da cidade como meio acolhedor para viver, investir e visitar.
Há que tomar medidas.
Propostas Levantamento exaustivo de todas as situações, mesmo que passado que seja o prazo para apresentação legal de queixas.
Reunião com os Comandos Militares da Região, para obter um levantamento exaustivo de todos os casos ocorridos, mesmo que sem participação.
Avançar com uma proposta de estado de sítio…,…e pedir ao Governo uma intervenção militar em força, que controle todos os movimentos suspeitos e faça detenções para revistas.
Possível cerco ao bairro onde se acoita o grupo, com uma duração indeterminada de meses e controle de entradas e saídas.
Rusgas minuciosas para encontrar a droga e as armas que traficam e frequentemente exibem; sem nunca serem encontradas pelos GOES.
Escutas a pessoas chave, mas insuspeitas, que podem estar transmitindo informações confidenciais a estes marginais.
Trabalho comunitário obrigatório para quem goza de subsídios de inserção social mas nada faz nem sequer se inscreve no Centro de Emprego.
Controle apertado de todas as situações de gozo deste subsídio.
E que mais?
Arranjem uma sala e um grupo de pessoas interessadas em receber formação para, caso se vejam envolvidas, saberem lidar com estas situações, pois o problema é o medo que se instalou e torna as pessoas ainda mais vulneráveis.
Eu serei o Líder dessa formação.
E que mais? Ficamos por aqui?
Cabe uma palavra ao poder executivo!
Em força, já!.

Assembleia Municipal de Abrantes ‐ 27/09/2010 ‐ Intervenção pública de
Fernando António Dias Correia

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Assembleia de Freguesia

Numa temática de "aviso á navegação" informo que o dia 28 de Setembro, é a data escolhida para levar a cabo mais uma Assembleia de Freguesia, desta feita no Crucifixo.

Por lá nos encontraremos.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

- Onde é que mora o civismo?

Há situações que nos “violam” o espírito de cidadania a um ponto que nos leva a questionar “se merece a pena, muitos de nós, tentar mudar o rumo das coisas no nosso conselho. É que existem coisas que me custam a classificar num código moral imaginário.

Tem sido uma situação recorrente, junto ao contentores de lixo, deparar-nos com acções pouco dignas de um ser humano, supostamente, integrado na sociedade. Desde os apelidados “Monstros Domésticos”, desperdícios verdes (aparas de sebes, ramos de arvores, vegetação vária, lixo amontoado no chão, etc…) tudo aparece depositado ao lado dos contentores de resíduos domésticos, que não sendo removidos desde logo pelos serviços, arrastam uma situação vergonhosa por largas semanas. É sabido que por vezes estas situações são provocadas por elementos que não moram nas imediações do local visado, mas que são, igualmente, membros activos da freguesia e acima de tudo seres humanos (?).

Mais uma vez este atentado ocorreu, desta feita junto ao eco-ponto da Rua da Barca. Como as fotos podem documentar no local não existe nenhum contentor do lixo, só um pilhão, um vidrão, um papelão e um depósito de embalagens (não me lembro agora do nome), mas houve uma alma iluminada que entendeu ser este um bom local para depositar lixo doméstico, no chão. Assim é difícil fazer melhor pela sociedade (se é que ela merece).